O Paradoxo do Olhar

R$300,00

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Fotografias de Claudio Edinger
Editora Madalena / Editora Terceiro Nome
Capa dura
Número de fotos: 104
Número de páginas: 196
Projeto gráfico:
Impresso na IPSIS, Brasil
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Photographies by Claudio Edinger
Madalena and Terceiro Nome Publishing House
Number of pictures: 104
Number of pages: 196
Design: Ekaterina Kholmogorova
Printed in Brazil by IPSIS
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Fora de estoque

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Descrição

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Em O Paradoxo do Olhar, o fotógrafo procura retratar a maneira íntima, universal – com foco e desfoque na mesma imagem – de enxergar o mundo. São imagens do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Amazônia, Santa Catarina, Paris, Veneza e Los Angeles.

Desde o ano 2000, o fotógrafo Claudio Edinger vem pesquisando a técnica do foco seletivo, na qual coloca em evidência determinados detalhes numa imagem, enquanto outros aparecem fora de foco, como manchas numa tela. “O foco prende nossa atenção e o desfoque libera”, diz ele.

Resultado deste longo trabalho iniciado no Rio de Janeiro e estendido para a cidade de São Paulo, interior da Bahia, da Amazônia e Santa Catarina, além de chegar à Paris, Veneza e Los Angeles, é o livro O Paradoxo do Olhar.

“Vemos as coisas focadas e desfocadas ao mesmo tempo. É com este paradoxo do olhar que convivemos no dia-a-dia, metáfora para nossas inúmeras contradições. Às vezes o desfocado tem mais peso e importância do que o que está em foco. A beleza do mundo é esta mistura de imperfeições, a dualidade, a riqueza de contrastes – luz e sombra – que tornam todas imagens possíveis”, diz o fotógrafo.

“A fotografia de Claudio Edinger tem muitas facetas, entre as mais marcantes está no fato de que ela deriva de sua maneira de entender as coisas do mundo. Para Edinger, não existem limites fixos, mas realidades que se permeiam e se organizam em diferentes formatos e momentos. Esta percepção introduz a questão do foco seletivo. É uma linguagem que dinamiza o nosso olhar porque faz da inclusão e exclusão uma situação fluida e não estática”, conclui Claudia Jaguaribe.

CLAUDIO EDINGER é formado em Economia, Claudio Edinger (1952) começou a fotografar em 1975 e é autor de 15 livros de fotografia e um romance. Recebeu o Prêmio Leica duas vezes, o Prêmio Hasselblad, o Prêmio Higashikawa, o Prêmio Ernst Haas, Prêmio JP Morgan, Prêmio Pictures of The Year, Prêmio Abril, Prêmio Marc Ferrez e, por duas vezes, recebeu o Prêmio Porto Seguro no Brasil. Suas fotos estão nas coleções do MASP, MIS, MAM, MAC, Pinacoteca, Museu Metropolitano de Curitiba, Metronòn (Barcelona), Higashikawa (Japão), AT&T Photo Collection, Equity International Photo Collection, Brazil Golden Art Fund, Itaú Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil e nas maiores coleções particulares de fotografia do Brasil. É professor de História da Fotografia Contemporânea na Casa do Saber.
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In O paradoxo do olhar the photographer Claudio Edinger tries to depict an intimate, universal way of seeing the world – focusing and unfocusing the same picture. The book shows pictures of Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, the Amazon rainforest, Santa Catarina, Paris, Venice, and Los Angeles.

Since 2000 the artist have been researching the tilt-shift technique, which highlights specific details of an image while blurring other ones, as if they were spots in a screen. “Focus draws our attention, and blurring releases us”, says the artist.

The long work that began in Rio de Janeiro, reached the city of São Paulo, the interior of the state of Bahia, the Amazon rainforest, the state of Santa Catarina, and later Paris, Venice, and Los Angeles, now presents itself as the book O paradoxo do olhar. “We see things focused and unfocused simultaneously. It’s with this view paradox that we live daily with, as a metaphor of our countless contradictions. Sometimes, what is blurred has more weight and value than what is focused. The world’s beauty lies in these mix of imperfections, in the dualism, the richness of contrasts of light and shadow that makes every picture possible”, says the photographer.

“Claudio Edinger’s work is a multifaceted one, and among its most remarkable aspects there is the fact that it is a result of his way of understanding the things of the world. Edinger believes that more than permanent boundaries, there are realities that intertwine and organize themselves in different formats and moments. This perception brings forth the tilt-shift technique issue, a language that emboldens our view by making the inclusion and exclusion process a fluid condition – not a static one”, reckons the photographer Claudia Jaguaribe.

CLAUDIO EDINGER (1952) graduated in Economics and started photographing in 1975. He has published 15 photobooks and one novel. He was two times recipient of the Leica Prize and of the Porto Seguro Prize (Brasil), and also won Hasselblad, Higashikawa, Ernst Haas, JP Morgan, Pictures of The Year, Abril, Marc Ferrez prizes. His pictures integrate collections at MASP, MIS, MAM, MAC, Pinacoteca, Museu Metropolitano de Curitiba, Metronòn (Barcelona), Higashikawa (Japan), AT&T PhotoCollection, Equity International Photo Collection, Brazil Golden ArtFund, Itaú Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil, and also figures in the biggest Brazilian private photography collections. He teaches History of Contemporary Photography at Casa do Saber.
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