Pagode Russo

R$60,00

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Fotografias de Iatã Cannabrava
Editora Madalena / Editora Terceiro Nome
Brochura
Número de fotos: 47
Número de páginas: 60
Projeto gráfico: Ekaterina Kholmogorova
Impresso na Palermo, Espanha
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Photographies Iatã Cannabrava
Madalena and Terceiro Nome Publishing house
Paperback
Number of pictures: 47
Number of pages : 60
Size: 23,5 x 16
Design: Ekaterina Kholmogorova
Printed in Spain by Palermo
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10 em estoque

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Descrição

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Iatã Cannabrava esteve na Rússia em 1985 para participar do Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes pela Paz Mundial. Foi testemunha do início do fim da Guerra Fria, ou do desmonte da cortina de ferro – “quem sabe, o fato mais importante do milênio que findava”, diz o fotógrafo. O resultado desta viagem, seu primeiro ensaio fotográfico, poderá agora ser visto no livro Pagode Russo.

O título, escrito no idioma russo na capa do livro, é uma referência à canção mais tocada naquele verão, o baião de Luiz Gonzaga – “Ontem eu sonhei que estava em Moscou, dançando pagode russo na boate Cossacou”. Nas imagens, aquela União Soviética, que se mostrava ao Ocidente como um mau supremo, se revela ingênua, generosa e delicada. O autor explica: “onde esperava encontrar rostos duros, encontrei generais repartindo maçãs”.

As 47 fotografias, agora reunidas, são um passeio cromático pela cidade de Moscou. Atual, longe de ser um livro histórico, Pagode Russo confunde o que seria passado, presente ou futuro em imagens que ficaram congeladas. Realizado há quase 30 anos, o ensaio carrega o estilo que acompanha o trabalho do fotógrafo: o olhar dirigido a cenas urbanas, temas comuns, gente simples, onde ordinário tem maior importância e o banal vale mais que o especial.

No único texto do livro, com versão em russo e em inglês, Iatã Cannabrava declara que “antecipa suas memórias” ao filho, Ivan. Durante a infância, o fotógrafo acompanhou o exílio político dos pais e, ao retornar ao Brasil, tornou-se militante do PDT, de Leonel Brizola. Estas imagens guardadas – e quase esquecidas nos 25 anos seguintes aos cliques -, só vieram à tona quando casou-se com a russa Ekaterina Kholmogorova, designer do livro e certamente a pessoa responsável por tirar do arquivo os originais que o autor não havia dado importância quando feitos.
[quebra-de-coluna]
IATÃ CANNABRAVA iniciou a carreira de produtor cultural em 1989, presidindo a União dos Fotógrafos do Estado de São Paulo. Em 2002, dá início ao Estúdio Madalena, empresa voltada à produção cultural em Fotografia. Foi criador de projetos como Foto São Paulo (2001) e Povos de São Paulo – Uma Centena de Olhares sobre a Cidade Antropofágica (2004). Coordena o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo, promovido pelo Itaú Cultural, e está à frente do Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco desde 2006. Vem pesquisando a fotografia moderna brasileira desde 2006, sendo curador da mostra Moderna Para Sempre. Como fotógrafo, tem uma obra voltada à transformação das cidades através de sua arquitetura e seus habitantes. Participou de mais de 40 exposições e tem dois livros publicados. Além disso, é fundador do Madalena Centro de Estudos da Imagem, fruto de um projeto de longa data que visa fomentar a educação visual. Recentemente, ao lado de Claudi Carreras e Claudia Jaguaribe, criou a Editora Madalena, dedicada exclusivamente à publicação de fotolivros.
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Iatã Cannabrava travelled to Russia in 1985 to take part in the World Festival of Youth and Students. He witnessed the end of the Cold War, the dismantling of the iron curtain – “Perhaps the most important fact of the millennium that was ending,” says the photographer. The result of this journey, his first photographic essay, can now be seen in the book Pagode Russo.

The title, written in Russian on the book cover, is a reference to a popular song from that summer, a baião by Luiz Gonzaga – “Yesterday I dreamed I was in Moscow, dancing Russian pagode at the Cossack club”. In the images, the Soviet Union that paraded for the West as the supreme evil is revealed as innocent, generous and delicate. The author explains, “Where I expected to find hard faces, I found generals sharing apples.”

The 47 photographs, now gathered, take us on a chromatic stroll through the city of Moscow. Still current and far from being a book of history, Pagode Russo confuses past, present and future in frozen images. The series, taken almost 30 years ago, carries the style that has accompanied the photographer’s work: a gaze directed at urban scenes, common themes, simple folk, where the ordinary is more important and the commonplace is worth more that the special.
[quebra-de-coluna]
In the book’s only text, with a Russian and English version, Iatã Cannabrava declares he is “anticipating his memories” for his son, Ivan. During his childhood, the photographer followed his parents in their political exile and, after returning to Brazil, he was militant in Leonel Brizola’s PDT party. These images – kept and almost forgotten in the 25 years that followed -, only emerged after he married Russian Ekaterina Kholmogorova, the book’s designer and certainly the one responsible for rescuing from the archives the originals the author had deemed unimportant when first taken.
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Additional Information

Weight 1.5 kg
Dimensions 36 x 27 x 2 cm

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